|
There are no translations available.

Prever o futuro, especialmente nos dias que correm onde os avanços tecnológicos são sistemáticos, é praticamente impossível. Na área da construção em geral, e da topografia em particular, tal realidade é ainda mais evidente.
Numa época em que se planeiam e projectam obras faraónicas, como a ligação ferroviária subaquática entre os continentes americano e europeu, a super ponte sobre o estreito de Bering (Rússia/Alasca), o túnel sob os Alpes ou a “cidade das nuvens” em Tóquio, nunca poderemos esquecer que em tempos também outros duvidaram da execução de obras como os canais do Panamá ou do Suez, o Empire State Building ou até os Jerónimos, isto para não falar das “simples” redes de metropolitano que cruzam o subsolo das principais cidades do planeta.
Por tudo isto, é mais seguro pensar na construção do futuro sem lhe impor quaisquer tipo de limites. É possível que, apenas no espaço de uma geração, sejam criadas condições para que as megalomanias de hoje passem à realidade do amanhã, com o surgimento de novos materiais, novas descobertas científicas, novas formas de energia, novos métodos construtivos. Cabe às pessoas e empresas estarem a par das evoluções, e também elas criarem novas formas de pensar a realização das obras do futuro.
No caso da Topografia, se hoje consideramos o advento do GPS um marco histórico, sabemos que amanhã esse sistema poderá ficar rapidamente obsoleto, dando espaço e tempo a novas formas de medição permanente, simultânea em diversos pontos, armazenando, gerindo e enviando dados em tempo real, pelo que o desenvolvimento tecnológico poderá fazer da realidade actual uma mera peça de museu amanhã.
Atenta a este quadro de âmbito global, à sua escala a Geotrilho pretende ser mais uma peça dessa enorme engrenagem que é o mercado da construção. Adaptando-se rapidamente a um emergente mercado global e competitivo, a empresa está segura no rumo que traçou: cumprir as exigências do presente, sempre com os olhos postos no futuro.
|